A assessoria do Hospital da Restauração confirmou nesta segunda (8) a morte do menino Mateus Alexandre Teixeira de Melo, 14 anos, baleado durante uma perseguição policial no Vasco da Gama, zona norte do Recife.
O garoto foi baleado na cabeça na frente da residência na noite do último sábado (6). De acordo com testemunhas, policiais militares perseguiam um trio suspeito de cometer assaltos na subida do Alto do Cruzeiro. Houve troca de tiros e dois rapazes foram detidos, sendo um deles reeducando em regime semiaberto beneficiado com saída temporária.
A ocorrência será investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A comunidade está revoltada com a postura dos policiais militares após o menino ser baleado.
Em nota, a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar informou que os protocolos operacionais indicam o uso de arma de-fogo pelos PMs quando for para responder injusta agressão contra si e terceiros, com o objetivo de assegurar a preservação à vida e do patrimônio das pessoas, sendo o último recurso numa ação polícia.
No momento da morte, os pais de Mateus Alexandre Teixeira de Melo estavam na corregedoria da SDS, denunciando os policiais envolvidos na ação. A Polícia Militar deve abrir uma sindicância interna e em seguida decidir se os envolvidos serão afastados do policiamento de rua.
Ainda não há informações sobre velório e enterro. Revoltada, Patrícia Tavares, tia da vítima, deu entrevista após saber da morte do garoto.
Da: Rádio Jornal
A ocorrência será investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A comunidade está revoltada com a postura dos policiais militares após o menino ser baleado.
Em nota, a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar informou que os protocolos operacionais indicam o uso de arma de-fogo pelos PMs quando for para responder injusta agressão contra si e terceiros, com o objetivo de assegurar a preservação à vida e do patrimônio das pessoas, sendo o último recurso numa ação polícia.
No momento da morte, os pais de Mateus Alexandre Teixeira de Melo estavam na corregedoria da SDS, denunciando os policiais envolvidos na ação. A Polícia Militar deve abrir uma sindicância interna e em seguida decidir se os envolvidos serão afastados do policiamento de rua.
Ainda não há informações sobre velório e enterro. Revoltada, Patrícia Tavares, tia da vítima, deu entrevista após saber da morte do garoto.
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